22/11/2010
Caminhos...
11/11/2010
Um exemplo em tempos de crise...
Partindo do "pressuposto comum" de que não há países perfeitos... existirão, com certeza, países onde podemos ir aprender alguma coisa... a Suécia é, em muitos aspectos, um deles!
Hoje, não por causa da taxa de conclusão do ensino obrigatório (12º ano) de 99,8% com absolutamente TUDO pago no ensino (livros, refeições, transportes e afins) mas sim por causa de um assunto tão discutido em Portugal: privilégios e regalias de deputados e das famílias (onde, às vezes, se incluem primos em 125º grau!!) deste país... vale a pena ver o vídeo com atenção!!
08/11/2010
Sem palavras...
A nossa responsabilidade e atenção terá, necessariamente, que aumentar!
01/11/2010
Passeio em dia de feriado...





Confesso que acabei por perder a conta aos locais magníficos que passámos... mas o mais saboroso é mesmo pegar em pessoas que te estão cravadas no coração e estares uma tarde inteira a rir, cantar, recordar e voltar a viver tempos magníficos... mas, melhor ainda, a disfrutar da amizade enorme que nasceu entre nós! Foi um "passeio comunitário", duma comunidade ideal... onde só faltou a nossa Maria, que chegou FINALMENTE da Guiné!Terras de Bouro, Brufe, Vilarinho das Furnas, Campo de Gerês, Gondomar... foram lugares e mais lugares! Para recordar um feriado passado de maneira diferente...
29/10/2010
Optimismo...

24/10/2010
Mica Carneiro
20/10/2010
Cansado...
Adaptabilidade? Espírito de improviso? Não creio... às vezes sinto mesmo que é facilitismo na forma como se lida com as coisas!
18/10/2010
17/10/2010
Imagens...
Cada um de nós terá, por ventura, imagens muito marcantes da sua vida, ou de momentos da sua vida...Esta é uma das imagens que eu tenho de um momento do qual guardo muitas saudades, que foi o ano em São Tomé, como Leigo para o Desenvolvimento.
Estava em Caldeiras, uma Roça do centro da Ilha, a fazer mais um campo de férias... algumas dezenas de crianças: Punoy, Abdul, Dulcineia, Alcino, Dedé, Romana, Baguide, Walker animavam a "Roda", o momento alto para começar o dia: "Fulu-fulu, cavala, biquinha..... é peixe!!"
Eu observava, maravilhado... era o "dar" forma à palavra mágica: desenvolvimento! Tenho saudades desses campos de férias...
Hoje recebi uma carta de uma Irmã, que passou por Caldeiras há pouco tempo... volvidos mais de 2 anos, perguntaram-lhe por mim e pela Luísa... caramba, as saudades voltaram e que bom, que bom que ficou por lá a alegria daqueles 6 dias de campo!
14/10/2010
Uma carta...
Carta enviada de uma mãe para outra mãe no Porto, após um telejornal da RTP1:De mãe para mãe...
Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.
Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.
Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...
Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho. A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusive aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.
Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família. No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...
Ah! Já me esquecia: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso. No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".
Para terminar, ainda como mãe, peço por favor: Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...
Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!




